Mudança de Liz e Em Liz..

     Na promessa que tentarei reativar o blog esse ano, (nem q seja pra compartilhar textos dos outros), vou começar com um texto que descreve tanto meu momento atual, uma linda homenagem de um amigo que eu quero guardar pra toda vida, então nada melhor que arquivá-lo no meu blog.

Os sentimentos do momento..

"É amanhã! Pensava Liz.
É amanhã que sonhos irão se realizar, que tudo irá mudar, falta pouco.
A mente de Liz viajava a mil por hora, ela pensava em tudo o que estava acontecendo. Não era fácil para Liz nunca foi. Liz vinha de muitos momentos que quebraram seu coração, e ao mesmo tempo de muitos momentos que fizeram seu coração saltar de alegria, porem era hora de mudança e como qualquer um sabe mudanças nunca serão tão fáceis mas era tudo que Liz mais sonhava naquele momento.
As vezes Liz olhava para tudo que ela tinha vivido, e como parecia que tinha convergido para o momento decisivo na sua vida, não o momento final mas como o momento inicial daquilo que ela vinha sonhando fazia tempo.
Mudanças nunca são fáceis. Mudar exige de nós abandonar certos hábitos, deixar para trás alguns amigos que nos marcaram profundamente, deixar certos hábitos e costumes. Mudanças as vezes envolve engoli um pouco do orgulho e tomar decisões de imediato, pois se pensar um pouco a pessoa já pensa em desistir.
Se mudar envolve um misto de medo e prazer, raiva e alegria, coragem e covardia, perder o chão e ao mesmo tempo finalmente acha-lo, mudar nunca vai ser fácil, mas ao mesmo tempo nos perguntamos “como eu não fiz isso antes?”
Liz e sua alma estava em um misto de sentimentos e emoções, se sentindo abandonada por quem ela não esperava e apoiada por quem ela esperava menos ainda. Liz soltou muitas lagrimas, sua alma não cooperou e chorou também mas quanto mais perto vai chegando do amanhã mais Liz deseja navegar no barco, como uma peregrina sem tempo e data para voltar. Talvez amanhã, talvez daqui a anos, mas o que Liz realmente sabe e nós não, é que voltar é algo para nunca mais! 
Liz e sua alma estão peregrinando com rumo certo aos sonhos certos daquele que é dono do vento e do mar."

Onrigada amigo Arthur Sena, por escrever tudo que queria e não sabia como no momento!!

Eu acredito

     Há alguns dias estou maravilhada com as Canções do novo CD de Leonardo Gonçalves. Canções que falam da glória de Deus e da Fé e Esperança de um futuro com Ele na Eternidade de uma forma que pouco tem se cantado no meio cristão. Dentre tantas que me impactaram hoje eu queria compartilhar aqui uma que pra mim é quase um tratado de Fé. Sim, acho que ela resume o evangelho, a nossa Fé e esperança em um Deus que nos Salva, Justifica, Sustenta, Santifica e nos Ama!! Aleluiaa!!

A frase que mais me emociona??
"..um Deus que me sustenta e me mantém, sabendo que eu sou e quem eu falho em ser.."


Eu Acredito

Eu acredito em um Deus e Criador
Eu acredito em um Cristo Sofredor
Acredito em que Ele me ama mais do que posso merecer
Morreu pra dar a Vida ao que crer
Eu acredito na Completa Redenção
Eu acredito na Divina Intervenção
Acredito que há mais pra ver do que eu posso enxergar
Descanso na Promessa ao esperar
Eu não me envergonho de um Deus que me sustenta e me mantem
Sabendo quem eu sou e quem eu falho em ser
Declarado justo pelo Seu poder
Escolho crer, Senhor e Rei, escolho crer
Eu acredito na Esperança do amanhã
Eu acredito no poder da oração
Acredito que Sua lei está dentro do meu coração
Guiando meu caminho e visão
Um dia eu verei a Mão em que confio
Recebo novas vestes, sou chamado filho
Senhor e Rei
Senhor e Rei
Senhor e Rei
Escolho crer

Uma pausa pra refletir...


Em alguns momentos da vida é necessário parar e ter como companhia você mesmo...
Não que outras companhias sejam ruins mas os diversos ruídos podem atrapalhar quando a voz de Deus é apenas um sussurro.
E são nesses momentos que você se analiza e consegue ver alguns traços de maturidade..
São depois de algumas tempestades que você começa a perceber que elas quase sempre são apenas chuva de verão diante do que Deus quer fazer em você e através de você.
É quando o tempo nem sempre é um amigo que você entende que não pode atrasa-lo nem adianta-lo, mas que ele é uma das ferramentas mais usadas por Deus para exercer nossa confiança.
Você percebe que pessoas e momentos são muitas vezes inesquecíveis, mas que muitas delas fazem parte somente de um degral da escada da vida.
Percebe que quando você é mais tentado a fazer as coisas da sua vontade é quando é mais necessário aguardar e entender qual a vontade de Deus, pois apenas um relance de "proatividade" pode desestruturar pilares da construção que Ele está fazendo.
Você percebe que só dará valor aos primeiros raios de sol se realmente esteve esperando o amanhecer durante toda a madrugada.

São em momentos de solitude, quando só existe o Senhor ao seu lado que você enxerga que talvez não esteja sendo uma boa companhia nem pra você mesmo
Mas são também nesses momentos que você valoriza o que Ele está fazendo em você, que enxerga que é um projeto ainda inacabado e que diante de tantas falhas entende que a única solução é se colocar totalmente como um vaso nas mãos do Oleiro, ainda que Ele precise refazer muita coisa, você entende que Ele sabe o que estar fazendo e que ainda que doa será pra lhe tornar alguém que o glorificará.

Com perdão pelo desabafo,
Jaqueline Graziela

O Jesus que eu conheci..



Essa é um pouco da minha história..Estranho escrever tanto o que eu penso sem nunca ter escrito o que realmente vivo, e como me relaciono com esse Deus que eu tanto falo...


Li uns textos muito lindos sobre "Jesus e EU.." numa sério do blog do Maicon Custódio e me inspirei muito a escrever a minha história (baseado no texto "Jesus e Eu... por toda a vida")


Cresci num lar cristão, meus avós paternos são católicos e minha avó materna evangélica, essa sempre teve uma inflência maior sobre a minha vida, consequencia do tempo que ficava na casa dela enquanto meus pais trabalhavam. Ela me apresentou o primeiro Jesus, o filho de Deus que é um homem bom, que está na igreja e que devemos fazer as coisas certas pois ele iria ficar muito "contente".

Na minha adolescância conheci o Jesus que estava me vijiando, que estava sempre de olho nas minhas conversas e diversões com os amigos, e que sempre me apontava o dedo quando eu não me comportava como o pessoal da igreja deveria se comportar. Sempre ouvia Ele dizer: “não pode”.“Não faça isso.” “Não pense nisso.”“Você vai pro inferno.”
Quando minha mãe se converteu eu conheci um Jesus que transforma, que faz as pessoas escolherem fazer as coisas certas mesmo sem ser obrigadas a isso, tornando isso uma coisa boa. Mas eu ainda não tinha vontade de fazer essas coisas, Aquele Jesus era cheio de regras e eu não queria alguém que me controlasse, nem ainda sentia liberdade pra seguí-lo. Eu sempre era sincera com Ele, me entregaria um dia se Ele quisesse, mas Ele teria que fazer com que isso fosse voluntário e não um sentimento de prisão, só tinha medo de uma coisa: A volta de Jesus que me falavam, algo me dizia que realmente eu não iria...

Realmente Aquele Jesus me conhecia (ainda que eu não O conhecesse), e por volta dos 18 anos Ele resolveu mexer com minha vida de uma forma que eu visse que precisava Dele. Não foi o melhor momento da minha vida (pelo contrário, foi um dos piores) mas eu sabia que algo me levava a Ele. Fui a uma igreja que me apresentou outro Jesus, um Jesus que se preocupava comigo, um Jesus que realmente queria colocar ordens na minha vida, bastava somente eu entregá-la nas suas mãos e foi a melhor decisão que eu tomei.

Desde então a minha vida é Dele, sei que Ele me conhece por inteiro, mas nem todo mundo conhecia como Ele se relaciona, e algumas características que me apresentaram foram bastantes distorcidas do que Ele realmente pretendia comigo. Desde o início dessa entrega eu tentei seguir o padrão das outras pessoas que o seguiam, mas parece que não funcionava. Quanto mais Ele fazia por mim, mas eu achava que precisava recompesá-lo ou fazer alguma coisa para merecer aquele cuidado.. com um tempo isso se tornou um peso, ser igual a Jesus era uma cobrança muito grande para mim, se é que alguém conseguia, eu não...
Qual não foi minha surpresa ao me deparar com um novo Jesus. Esse sim tem me supreendido. As pessoas que tentaram me explicar até que deram muito das suas características, mas não se conhece alguém ouvindo sobre, mas sim convivendo..

" E é difícil falar dele. Parece que faltam palavras que O definam. Ele é inflexível nas suas leis, como o Jesus da minha adolescência, mas não é agressivo. Tem uma autoridade diferente no olhar, que ao mesmo tempo intimida e consola. Não me dá medo, mas segurança.
Ele entende o que sinto. Perdoa quando faço “coisas feias”. Isso me comove e muitas vezes, como agora, me faz chorar. Nunca sei se é de tristeza ou de alegria, sei apenas que, quando o choro acaba, a dor passou e já me sinto melhor. Sei que com ele está tudo bem.
Ele não fala comigo todos os dias, mesmo assim não consigo esquecê-lo momento algum. Parece que agora tudo em mim aponta pra ele. Se eu tivesse um pouco do talento literário de C. S. Lewis, esse texto teria ficado bem melhor. Meu Jesus é tão parecido com o Aslam de Lewis..."

Ele não me cobra a fazer a coisa certa, mas eu entendo que elas sempre são melhores pra mim, Ele não briga comigo quando não "converso" muito tempo com Ele, mas Ele anseia muito por esse momento pois sabe que assim crescerei e conhecerei os melhores sonhos que Ele tem pra mim. Quando eu caio, Ele não aponta me condenando, mas Ele me estende a mão me mostrando onde eu escorreguei. Ele não me coloca um peso nas costas, Ele já levou todos sobre a Dele...

Ele não me cobra para que eu fale sempre Dele, mas como não falar de alguém que é o sentido da sua vida??

Que todos vocês possam conhecer esse último Jesus, bem diferente de tudo que a religião apresenta, mas que é mais Real que qualquer amigo.

Números ou nomes?


Você já se pegou sorrindo, chorando ou sentindo muita saudade de pessoas e momentos que viveu?
Tenho refletido um pouco sobre isso, sobre coisas que ficam guardadas na memória, sobre momentos que nos marcam e sobre atitudes que nos fazem deixar marcas nos outros.
Durante um período de reflexão, tenho pensado cada vez mais o quanto a qualidade é inversamente proporcional a quantidade desses momentos. Sim, pois quando passamos pela vida com o simples objetivo de querer mais (me refiro a mais diversão, mais relacionamentos, mais amigos, mais empregos, mais gratificações e mais coisas em que os “hóspedes” dessa vida nos dizem ser essencial para “aproveitá-la”) mais acabamos passando por elas sem dar o nosso melhor, sem ter o melhor delas e sem receber o melhor do outro, pelo simples fato de estar mais preocupados com a próxima conquista.
Nesse tempo me peguei pensando em pessoas que deixaram marcas na minha vida, (e dedico esse post a elas, sem citar nomes para não esquecer nenhum, mas a maioria sabem quem são) pessoas que fizeram talvez coisas simples como tantas outras, mas a diferença não está no que elas fizeram, mas como elas fizeram, investindo e dando o melhor de si em cada situação, esse algo ficou marcado em mim. Me peguei pensando que o que deixa marcas em nós não é o que elas fazem, ou o que nós fazemos, mas o quanto nos damos e o quanto trazemos desses momentos.

Na verdade não são quantas festas você foi que vai marcar, e sim a festa que foi diferente de todas as outras.
Não são quantos trabalhos você fez, mas aquele em que você perdeu dias e noites se dedicando.
Não é quanto você gastou na vida, mas o que você adquiriu com esse dinheiro.
Não são quantos beijos você deu, mas aquele que você realmente sabia que estava sendo Especial, pois era valorizado por quem estava recebendo.
Não são quantos finais de semana que você curtiu com a galera, mas aquele em que você olhou para seus companheiros e viu que não era o local, mas a companhia deles que fazia diferença.
Não são quantas experiências novas você curtiu, mas quais delas fizeram de você alguém novo.
Não são quantos abraços você deu, mas aquele que você recebeu que lhe acalmou a alma, ou que deu em alguém que só tinha ele como o porto seguro.
Não são quantos amigos você teve, mas são aqueles que estiveram do seu lado quando parecia que você não tinha mais nenhum.
Não são quantos conselhos você deu ou recebeu, mas o que eles produziram nas pessoas e em você.
Não são quantas lágrimas você derramou, mas o que elas trouxeram de aprendizado.
Não é quanto tempo da sua vida você sorriu, mas é aquele momento em que você não tinha nenhum motivo mas você entendeu que Deus piscou o olho pra você, e disse que tudo iria dar certo.Esse post não foi feito para ter um fim aqui, pois não são a quantidade de reflexões que você leu, mas quais delas lhe fizeram realmente refletir.
Essa é minha intenção, que nesse mundo de quantidades você comece a prestar a atenção na qualidade, que se lembre das marcas que possui e que pense em quais marcas tem deixado nos outros, ou até mesmo se tem deixado alguma.
Sua vida é um livro em branco, e aí, Vai escrevê-lo com nomes ou com números?
Jaqueline Graziela

Fora da Caixinha



Eu quero amar a Deus fora da caixinha.
Fora da caixinha instituição. Fora da caixinha teórica. Fora da caixinha de achismos, quilômetros fora da caixinha legalista.


Se as pessoas o fazem no domingo eu quero começar a me arrepender na sexta e na segunda conseguir tirar meu extrato do banco e agradecer, sincera, por não ser escrava do dinheiro. Ainda na quarta-feira vou acordar com o frescor da misericórdia pulsando no céu da boca. E no sábado, na esquina da frustração, vou dar meia volta, pular o meio fio e cair de joelhos na frente de um trono onde eu encontro curativo, abraço, e graça, em tempo oportuno… seja esse tempo outono, verão, segunda ou sábado.

Se todo mundo faz questão de divulgar / RT suas boas obras pra receber a recompensa terrena da admiração dos homens, eu quero fazer escondida, pra só Deus ver. Pra então só Ele me recompensar, do jeito dEle, quando Ele quiser. Porque bons amigos mantém segredos.
Eu quero viver o amor de Deus fora da caixinha.


Se todo mundo ainda encara os cultos na igreja como um ritual, ou pior que isso, como um encontro social, eu quero andar como quem sabe que o véu foi rasgado e ir adorar a Deus com o meu melhor sorriso, celebrar a salvação, encher a boca do pão da Palavra e confessar de boca cheia que não tenho feito o suficiente para que meus irmãos não morram tanto de desnutrição. A pior desnutrição. A de amor.


Quero ser hoje melhor que ontem, melhor pra Deus e não melhor que meu irmão. Quero deixar o Espírito Santo me tornar sensível a ponto de enxergar a necessidade do meu próximo, e ajudá-lo ainda que ele não seja meu amigo íntimo.
Quando eu sentir vontade de chorar, além de deixar as lágrimas saírem sem culpa, também o farei com minhas palavras, sabendo que o meu Deus me entende, porque em Jesus Ele não veio ser crente. Veio ser humano.

A inspiração do Espírito vai tocar os meus cabelos junto com o vento, na fila do super mercado. Eu vou pegar uma caneta na bolsa e, mesmo sem entender tudo, vou anotar as palavras até então desconexas, no meu bloquinho amarelo. Junto com o troco vou sentir vontade de entregar pra atendente de caixa a minha anotação no papelzinho amarelo. Quando eu puxar o papel e ele se soltar da espiral, uma mágoa também vai se desprender de uma vez do coração da moça e naquela noite ela vai dormir sabendo que Jesus, criativo que só, ainda quer usar os tijolos pesados do seu passado, como degrau pra ela chegar mais rápido perto dEle.

No fim do dia, vou respirar fundo debaixo do chuveiro e sorrir. Vou sentir cada bolha no meu pé e dar uma gargalhada leve como inocência de criança. Vou deixar a água escorrer e fazer graça da casca graciosa que meu Pai emprestou pra alma morar. A condenação está indo pelo ralo e nos meus pulmões está entrando a alegria. Aquela que começa a nascer devagarzinho e cresce como um tornado. Aquela que só acontece quando consideramos a suficiência de Cristo.
Eu quero amar a Deus fora da caixinha e caminhar como quem acredita que Ele jamais, JAMAIS caberia ou se manifestaria de verdade dentro de caixas com dimensões programadas por alguém falível e pequeno como eu. Eu quero amar a Deus.


“Deus purificará a nossa consciência de obras mortas, pra servirmos ao Deus vivo!” Hb 9:14b

Caminhar, que coisinha difícil...


Refletindo sobre a seguinte cena:
Uma criança começando a andar, a pouco tempo ela deixou de engatinhar e agora tenta dar os primeiros passos...

-Poxa! Como eles são difícieis, aqueles adultos parecem fazer isso tão facilmente, mas eu não consigo.. me falta equilíbrio, forças, direção..
Quando acredito que to conseguindo me distraio aí pronto... "bumbum" no chão...
Será que nunca vou conseguir?? A queda dessa vez doeu bastante, acho que vou desistir, isso só machuca, machuca, machuca.. melhor continuar engatinhando, um dia eu chego lá também.
Só vou demorar mais, e me sujar, talvez até me arranhar também. Talvez eu nao consiga chegar a todo canto engatinhando...
E agora?? Mas tem que ser andando?? Esses adultos não imaginam o quanto isso é difícil pra mim. Acho que não fui feito pra isso. Acho não, tenho certeza, não pode ser que uma coisa tão simples pra eles eu não consiga fazer.. é descobri, o problema está comigo.

Isso lhe soa familiar?? Tá rindo do drama da criança?? Mas você já prestou atenção no rostinho delas de assustadas e algumas veses frustradas nessa hora?
Eu andei prestando e me vi nelas. Como?? Pense comigo..

Na nossa caminhada Cristã, quando entendemos que algumas coisas devem ser feitas e outras deixadas de fazer. Quando olhamos Cristãos que já alcansaram esse aperfeiçoamento nesta área e olhamos pra nós mesmos, quando tentamos e logo no começo desequilibramos e caímos...
Poxa, pra eles parecem tão fácil né? Ninguém imagina o quanto é difícil pra nós, e quando essa queda dói... ai que vontade de desistir...
Mas vamos além da mente da criança agora, já prestou atenção ao redor dela?? Quantas pessoas queridas e que a ama está ali torcendo por ela e pronta para ajudá-la, confortá-la e levantá-la a cada nova queda?
O Pai sabe que iremos conseguir, é uma questão de tempo, de treino, de eforço, a cada novo passo uma nova vitória, um novo sorriso... "Esse é meu garoto!"
E ainda que não haja pais humanos, o Senhor não se compara a eles (Sl 27:10), há um Deus no céu que tem prazer em cada pequeno passo que tentamos dar, as crianças maiores podem até zombar de nós por não conseguimos, ou nem prestar atenção pois acha a coisa mais banal, já se consideram em outro nível (mal sabe elas que cada um tem uma área da sua vida que ainda está engatinhando)...

Não se importe, não desista, deixe de olhar para a queda, para suas pernas, para as dificuldades.. Olhe pro objetivo, o deseje, busque-o, caminhe, vamos lá.. um passo de cada vez.
Quando cair olhe pra cima, veja o sorrizo dele e sua mão estendida pronta a te levantar pra recomeçar, não precisa ter medo, Ele sabe que você está dando o seu melhor (SE você está dando Ele sabe)...

Pronto pra tentar novamente?? Treinando assim é uma questão de tempo hein?? e não só de caminhada mas de carreira, mas calma, uma coisa de cada vez, quando a caminhada estiver firma aí sim você pode pensar em correr... logo, logo você chegará ao destino.

Estou torcendo por vc. ;)
Fique com Deus!

Jaqueline Graziela